Doce memória do tempo cinzento
Que invade a mente, corrói correntes
Presa, enjaulada, fera carente
Inerte no caos que é nossa mente
Até o devido instante presente
Romper algemas de tal sentimento
Nostalgia do doce, suave momento
Que é recordar, pensar na gente
Aquecendo a alma, velha e descrente
Nesse úmido e frio tempo cinzento.
Que invade a mente, corrói correntes
Presa, enjaulada, fera carente
Inerte no caos que é nossa mente
Até o devido instante presente
Romper algemas de tal sentimento
Nostalgia do doce, suave momento
Que é recordar, pensar na gente
Aquecendo a alma, velha e descrente
Nesse úmido e frio tempo cinzento.

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