terça-feira, 25 de novembro de 2014

Presos no Vício da Globalização.

     A internet é encarada hoje em dia como um vício para muitos, onde jovens se encontram presos nesses laços imaginários que ligam uma rede social à outra. Todo dia sentimos necessidade de estar presente nesse universo cibernético para compartilhar nossos sentimentos com o próximo, seja através de fotos ou postagens, mas muitas vezes esse comportamento exagerado nas rede sociais pode ser encarado com uma forma de lidar com a solidão ou a tristeza. Por outro lado sabemos que esse novo mundo trouxe facilidades por meio da globalização, onde atividades hoje em dia podem ser concluídas no conforto das nossas casas e nosso relacionamento com o mundo está mais aberto e ativo do que nunca. Temos a facilidade de conversar com pessoas de outros países sem andar no máximo até a nossa geladeira para buscar um lanche, por exemplo. Essa linha tênue que abrange o vício, carência de atenção das redes sociais e a facilidade relacionamento, de acesso à informação que a internet nos trouxe deixa muito a se refletir, pois é algo tão novo e impactante que realmente não nos adaptaríamos novamente a sobreviver longe dessa tecnologia. Temos que ter em mente que nossa evolução como sociedade necessariamente depende desse remédio cibernético e claro que, como todo remédio, o vício nos cerca esperando qualquer brecha emocional para surtir efeito.

Alexandre Menezes Xavier.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Mal que Assombra


Sim, temo as lembranças que assombram
Aquelas que me tomam acossado
De mãos atadas por se tratar
Sim de outro livro aberto e não do nosso já queimado.
É aquela que ainda enseja o medo apressado
Que por uma cisma o tal não esteja encerrado
Pois quero-te afastado, mal que assombra,
Passado que impiedosamente ronda
A sombra de quem queremos ao nosso lado.


segunda-feira, 10 de novembro de 2014

De Certo Me Lembro.


Meu mar de lembranças
Que sozinho me afago
Pouco recordo
E tampouco descordo
Das memórias que tive
E que hoje não guardo.
Mas espera um momento...
De certo me lembro!
De uma vez no relento
Onde naveguei solitário
Sem você ao meu lado
E soprei como o vento...