domingo, 3 de agosto de 2014

A sina do Bardo


Nesse caminho estreito
dançando dedos pelo alaúde
sigo solitário sem destino
para o meu próprio deleito

Brinco com as palavras
histórias não contadas
presente em versos compilados
nas curtas canções desse bardo

Mal vestido, maltratado
Porém meu único defeito
sigo solitário sem destino
para o meu próprio deleito

Sentado frente à fogueira
sob noite passageira
a bela canção ali estala
nessa dança de verso e brasa

Então lhe digo, meu amigo, aqui o bardo se encontra
com sua música e melodia, atravessando a noite fria
para noutro dia após descanso
seguir rumo à folia

E na cidade mais próxima ao chegar
em uma taverna úmida se sentar
ao som de canecos se batendo
mais uma poesia recitar

Essa é minha sina, minha glória
Um jovem contador de histórias
presente em versos compilados
nas curtas canções desse bardo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário